E o meu desejo é te ganhar,
E o meu medo é me perder.
Mas mesmo assim vou me perdendo
E só me encontro em você.
terça-feira, 14 de abril de 2009
segunda-feira, 13 de abril de 2009

Noites mais frias em que eu possa me aquecer,
Como o calor dos teus abraços, que me faz esquecer
Da forte ventania que me levou a te encontrar
E a brisa tão suave e me faz distanciar.
E os olhar que atraiu, foi o mesmo que afastou,
E a boca que sorriu, foi a mesma que falou:
Palavras secas sem emoção, frases duras sem razão...
Mas agora você se arrepende e chora o amargo da solidão.

Em você esqueci dos problemas lá fora,
Mas como um pássaro que voa, você teve que ir embora.
E roubaram você de mim, e eu tomei você,
Mas talvézs seja melhor assim, e eu tenha que te esquecer.
Em versos de poesia eu escrevo minha história,
Cada passo a cada dia, refazendo tua memória.
E o tempo reconstrói, meus momentos de solidão
E assim eu vou cantando e tocando meu violão.

No balanço das águas, um encanto à mais
No frio da solidão, vou correndo atrás:
De dias melhores, de noites mais quentes,
De alegrias maiores que me deixem contentes.
No brilho das estrelas, um olhar que ressurgiu,
Porque não estou sozinha..Hoje a lua sorriu,
Parece brincadeira, mas o 'amar' é assim
Talvéz de qualquer maneira, você nasceu para mim.
E as pegadas na areia, me marcam cada vez mais,
Elas serão eternas, não se apagarão jamais.
quinta-feira, 9 de abril de 2009
Pobre Rapaz..
E os seus carinhos me fazem esquecer
Dos momentos ilustres,
Que tentou me ofender.
Pobre,pobre rapaz..
Que prendendo-se em seus encantos
Se afunda casa vez mais.
Acha tú que podes me magoar?
Verdadeiramente tendes razão,
Muito me castigas, mas o que me conforta
É que essas tuas palavras não saem do teu coração.
E os seus carinhos me fazem esquecer
Dos momentos ilustres,
Que tentou me ofender.
Pobre,pobre rapaz..
Que prendendo-se em seus encantos
Se afunda casa vez mais.
Acha tú que podes me magoar?
Verdadeiramente tendes razão,
Muito me castigas, mas o que me conforta
É que essas tuas palavras não saem do teu coração.

O Tempo
Quando penso em esperas, sempre penso em bancos. Mas sempre em dois bancos. Assim como quando penso em solidão, sempre penso em bancos. Num banco.Assim, as minhas esperas são sempre a dois. A minha solidão, às vezes não foi a um. Mas poucas. E já não me lembro. Agora, não.Agora, quando penso em bancos, penso em dois bancos. Sempre. E espero. Tornei-me numa impaciente que gosta de esperar. Se alguém vir alguma contradição nisto eu posso explicar. O meu problema está em saber explicar o que sinto. Enquanto espero. Ah, o tempo. Só por acaso o tempo está cinzento. Quando espero o tempo nunca está. Nunca dou pelo tempo, desde que aprendi a esperar.
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Gяαziεllε Mσntαlvαnε.
- Gяαziεllε Mσntαlvαnε.
- Esta é uma exposição de minhas dores, sentimentos, alegrias, tristezas e, sobretudo, cunfusões. Sinto-me inteira ao expor com tanta clareza minhas dúvidas de todas as noites com insônias. Por falar em insônia, devo agradecê-la pois sem sua atuação, eu não descreveria a trajetórias de meus dilemas.






