Enquanto vejo você partir,
meu coração é corrompido pela dor como o ferrugem que corrói o móvel velho da minha sala.
Enquanto assisto você ir,
tento ouvir teu coração que diz palavras esmagadas pelo silêncio, as quais você jamais fala.
Enquando olho o brilho dos teus olhos se esvair,
percebo que teu nome escrito em meu pulso derrama sangue sobre o tapete do meu quarto.
Enquando observo você fugir,
percebo que seu sorriso pelo canto dos lábios que sair, pois de mentiras já estais farto.
Lágrimas interiores que soam mais alto que um falso olhar.
Sorrisos forçados que não conseguem demonstrar a dor de uma alma que com sussurros que gritar que está farta de mentiras e está prestes a se entregar!
Os olhos mentem dia e noite a dor da gente.
A dor da gente mente sempre sobre o que realmente a gente sente.


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