quinta-feira, 3 de dezembro de 2009




Posso afirmar que ainda sinto o teu cheiro vagando por meu pulso,
Chegando à minha veia,
Misturando-se com meu sangue e me causando dor alheia.
Dor alheia a qualquer tribulação!
Sendo assim, um antídoto veneno que sufoca meu coração,
Que liberta a minh'alma mesmo estando acorrentada
Em uma amor eterno, de uma eterna apaixonada.

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Gяαziεllε Mσntαlvαnε.

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Esta é uma exposição de minhas dores, sentimentos, alegrias, tristezas e, sobretudo, cunfusões. Sinto-me inteira ao expor com tanta clareza minhas dúvidas de todas as noites com insônias. Por falar em insônia, devo agradecê-la pois sem sua atuação, eu não descreveria a trajetórias de meus dilemas.