Tudo coopera para a falta de um ser inexistente.
A noite em si.
O silêncio ao luar.
A lua brilhante.
O brilho do mar.
Tudo me leva areconhecer :
A praça vazia.
O vazio da praia.
O cheiro da areia.
E o vento que passa.
Vejo-me impotente em meio a tais circunstâncias.
Queria romper com tantas distâncias.
Soltar-me livre é meu desejo.
Libertar-me de tantos cativos,
dos meus próprios medos.
Quem dera poder gritar!
Ouvir o eco de todas as vozes que escondo sem querer.
Quem sabe assim, destruo minhas algêmas sem perceber.


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