quarta-feira, 28 de outubro de 2009




Sozinha eu não vou mudar,

Nem com todos do mundo poderei me transformar.

Nem mesmo deuses, nem se quer ventos.

Porque você é ao mesmo tempo, a causa e a cura do meus tormentos.



E vocÊ em meio a tantas falhas, retêm o seu orgulho que só lhe trás migalhas.

Juntando toda a bagagem, encontro tantas tralhas, que me fazem perder a cabeça.

E eu vou me ajuntando, mas tú mesmo me espalhas.

E enquanto eu te domo, tú só me atrapalhas.



Reagindo aos confetes, eu rui de leve, festeijo carente, embora cercada de tanta gente.
Em meio a tanto riso, ainda não encontrei um ser sem juízo, que me transporte do inferno ao paraíso, a uma terra que eu nunca busquei.



Colocada em tanto livro.
Colocada em tanta história.
Ocupando espaços abrangentes, dos quais nem todos os eus serão suficientes.
Suprindo palavras coerentes.
Suprindo pedaços carentes.
Vivendo capitulo por capitulo.
Persorrendo as figurações das mentes.



Castelos de areia, barcos e velas, cofres e estátuas, memórias paralelas.
Sopros e mar, brisa e luar, canto e encanto, pra eu me encantar.
Pedras e conchas, areia movediça, lua e estrelas, é isso que me enfeitiça.
Histórias e lendas, conto do fada, vampiros e amores, são o que eu aprecio na jornada.
Loucura talvéz, quem sabe são sonhos, que são chamados por mim de amores medonhos.
Pegadas na areia, que me levam a lugares, é assim que vejo a vida, como navios que passam pelo profundo dos mares.

Arquivo do blog

Gяαziεllε Mσntαlvαnε.

Minha foto
Esta é uma exposição de minhas dores, sentimentos, alegrias, tristezas e, sobretudo, cunfusões. Sinto-me inteira ao expor com tanta clareza minhas dúvidas de todas as noites com insônias. Por falar em insônia, devo agradecê-la pois sem sua atuação, eu não descreveria a trajetórias de meus dilemas.