segunda-feira, 14 de dezembro de 2009




Tudo o que tentei deu em nada.
Por isso, da tempestade faço meu abrigo, minha morada.
De tudo, hoje desacreditei.
Por isso, já não luto mais pelo o que um dia eu sonhei.
Espectativas vem e vão, nada permanece igual.
Por isso, as minhas ilusões são outras embora tudo esteja normal.
Na vida já não encontro um valor, e um dia aprendi a não valorizar o amor.
Talvéz os meus conceitos estejam errados e embora nenhum deles tenham sido ensinado,deposito neles todo meu fulgor.
As amizades vem e vão.
Os amores também passam.
E hoje aprendi que às vezes eles se embaraçam.
E neste atrapalho de quando se laçam,
volto a sentir minha alma, atravéz dos espellhos, quando estes se embaçam.

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009




Não sou poeta de frases feitas,
de palavras eleitas para uma boa descrição.
Não sou poeta de frases marcadas,
que seguem rumos e estradas que sempre levam a uma conclusão.
Não sou mulher de tomar atitude, principalmente em minha plenitude,
à qual não me leva a uma decisão.
Não menina de chorar pelos cantos,
só em meu quarto é que me ponho aos prantos por querer viver de ilusão.
Mas mesmo assim não encontrei o meu rumo.
Saiba que eu ainda não bebo e nem mesmo fumo
mas ainda assim eu não sou feliz.
Mas quem sabe um dia acharei o meu fim,
por essa página roubaram de mim,
à qual continha o meu ponto final.
Enquanto isso, uso a interrogação,
à qual não exerce nenhum função para que eu abrilhante esta trajetória ruim.



Posso afirmar que ainda sinto o teu cheiro vagando por meu pulso,
Chegando à minha veia,
Misturando-se com meu sangue e me causando dor alheia.
Dor alheia a qualquer tribulação!
Sendo assim, um antídoto veneno que sufoca meu coração,
Que liberta a minh'alma mesmo estando acorrentada
Em uma amor eterno, de uma eterna apaixonada.



Lá vem ela.
Aquela que vive de sonhos.
Aquela que vive de de amor.
Que vive de esperança,
à qual jamais se apagou.

É ela que morre de paixão.
É ela que sofre de ilusão,
E que faz dele o seu desejo.

É ela que some às vezes.
É ela qu se perde em si.
E é por ela que ainda credes que o amor ainda mora aqui.

É por ele que ela vira a noite.
É por ele que ela chora em dia.
E é nele que ela pensa em claro.
Ele é quem torna o amor dela uma agonia.



Pode até não ser a mim que você deseja.
E talvéz não seja eu quem te farei feliz.
Mas sei que a mim algum outro ser almeija,
Porque nessa longa vida eu sou apenas uma aprendiz.

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Gяαziεllε Mσntαlvαnε.

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Esta é uma exposição de minhas dores, sentimentos, alegrias, tristezas e, sobretudo, cunfusões. Sinto-me inteira ao expor com tanta clareza minhas dúvidas de todas as noites com insônias. Por falar em insônia, devo agradecê-la pois sem sua atuação, eu não descreveria a trajetórias de meus dilemas.